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Festival ‘Olhar do Norte’ acontece de 5 a 7 de dezembro

Evento, que será realizado de maneira online, contará com duas mostras de curtas-metragens além de longas convidados

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Em parceria com o site Cine Set e com a Videocamp, o 3º Olhar do Norte acontecerá de 5 a 7 de dezembro, com toda a programação disponibilizada de maneira gratuita e online.

Neste ano, o festival conta com duas mostras, que já estão definidas. A Mostra Norte, que é competitiva, e reúne curtas-metragens de toda a região que disputarão os prêmios a serem concedidos pelo júri formado por Ricardo Manjaro, Susy Freitas, Isabela Catão, Francisco Ricardo e Clemilson Farias.

A novidade fica por conta da Mostra Olhar da Pandemia, com filmes realizados a partir de março de 2020, em que o contexto da pandemia do COVID-19 é abordado de maneira direta ou indireta.

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Para Diego Bauer, um dos curadores do Olhar do Norte, a terceira edição tem potencial para ser a mais bem sucedida até aqui.

“Por conta das dificuldades que 2020 nos impôs, adiamos o festival até finalmente termos essa data em dezembro, e com isso pudemos acompanhar a realização online de alguns dos mais relevantes festivais de cinema do Brasil, e como a partir dessa proposta eles chegaram a ainda mais lugares”.

Confira os filmes participantes das duas mostras:

Mostra Norte

À Luz do sol (PA) – Dir. Edielson Shinohara 13’

Ari y yo (PA) – Adriana de Faria 12’

Jackselene (AM) – Dir. Maria Yole Bezerra 13′

No dia seguinte ninguém morreu (AM) – Dir. Gabriel Bravo de Lima 8’

O estranho sem rosto (AM) – Dir. Lucas Martins 10’

O medo das árvores (RO) – Dir. Édier William 19’

Mezanino (AM) – Dir. Bruno Villela e Marcelo de Moura 12’

Raimundo Quintela o caçador vira porco (PA) – Dir. Robson Fonseca 15’

Ratoeira (AM) – Dir. Romulo Sousa 12’

Tucandeira (AM) – Dir. Jimmy Christian 17’

Mostra Olhar da Pandemia

A Quarentena de Gertrudes (SP) – Dir. Shaynna Pidori – 3’

Bestiário (SP) – Dir. Eduardo Resing – 2’

COVID (AM) – Dir. Jimmy Christian – 7’

Despejo (SP) – Dir. Lígia Souto – 2’

Ecoa (SP) – Dir. Rodrigo Ribeiro – 3’

Feira de Mainha (SP) – Dir. Fabio Santos – 50’’

Gilson (SP) – Dir. Vitória Di Bonesso – 4’

Isolamento Rural (PB) – Dir. Leonardo Gonçalves – 8’

O Drama (PE) – Dir. Rafael Anaroli – 1’

Ouço Alguém Chorar (AM) – Dir. Romulo Sousa – 1’

Parir Em Tempos de Cólera (AM) – Dir. Viviane Palandi – 3’

Pedalandoàcontra-mão (SE) – Dir. Ravi Aynoré – 6’

Pós Quarentena (AM) – Dir. Murilo Barbosa – 1’

Respirar (PB) – Dir. Nelson Rossiter – 5’

Sessão de A Febre, de Maya Da-rín

O III Festival Olhar do Norte apresentará uma sessão inédita do longa-metragem “A Febre”, de Maya Da-rín, no dia 14 de novembro, às 20 horas, no Playarte do Manauara Shopping. A sessão será um evento de pré-lançamento do festival.

“A Febre”, que foi gravado em Manaus, já recebeu 30 prêmios no momento e foi selecionado para mais de 50 festivais em todo o mundo.

O longa estreou mundialmente no Festival de Locarno, na Suíça, conquistando três prêmios (Pardo de Melhor Ator, para Regis Myrupu, prêmio da crítica internacional FIPRESCI e o prêmio “Environment is Quality of Life”).

No Festival de Biarritz (França) e no Festival de Pingyao (China) conquistou os prêmios de Melhor Filme.

No Brasil o longa conquistou três prêmios no Festival do Rio 2019 (Melhor Direção, Prêmio Especial do Júri e Melhor Som) e no 52º Festival de Brasília conquistou cinco candangos (Melhor Longa-Metragem, Melhor Direção, Melhor Ator para Regis Myrupu, Melhor Som e Melhor Fotografia).

A trama narra a história de Justino, um indígena do povo Dessana que trabalha como vigilante em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus.

Desde a morte da sua esposa, sua principal companhia é a filha Vanessa, que está de partida para estudar medicina em Brasília. Como o passar dos dias, Justino é tomado por uma febre forte.

Durante a noite, uma criatura misteriosa segue seus passos. Durante o dia, ele luta para se manter acordado no trabalho.

Porém, sua rotina no porto é transformada com a chegada de um novo vigia. Nesse meio tempo, seu irmão vem de visita e Justino relembra a vida na aldeia, de onde partiu há mais de vinte anos.

“A exibição de A Febre no Olhar do Norte é motivo de enorme satisfação pra gente. Não apenas pelo fato de ser um filme de trajetória gigante em diversos festivais pelo mundo, mas pela delicadeza e relevância das discussões que propõe”, afirma Diego Bauer.

Por conta das medidas de isolamento, apenas metade da capacidade da sala será ocupada.

*Com informações da assessoria

 

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