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Inteligência Emocional – parte II

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Como elevar minha competência na gestão das emoções negativas?

Primeiro precisamos compreender que emoções, que consideramos negativas, como a
ansiedade, o medo, o estresse, a raiva, são respostas a uma percepção de aparente ameaça iminente.

Exemplo: Você está voltando do colégio, ou do seu trabalho, ou de algum compromisso
social, caminhando, e já é noite. Faltando duas ou três quadras para chegar em casa, você
avista alguns vultos a distância, aparentemente com as mãos nos bolsos e usando
agasalhos, vindo na sua direção.

Imagem: Reprodução

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Em questão de segundos o seu sistema inconsciente e primitivo de defesa avalia como
possível ameaça real ou potencial e a amigdala cortical, localiza no sistema límbico, em
seu cérebro, desencadeia uma cascata de hormônios do estresse (adrenalina e cortisol),
que aceleram o ritmo cardíaco e aumentam a pressão sanguínea, tensionam os músculos
e aumentam o foco, aumentando o consumo de oxigênio, acelerando a respiração,
preparando o corpo para lutar ou escapar de alguma possível situação.

Leia também: Inteligência Emocional – parte I

Respostas essas, consideradas normais, se a ameaça for real.

Mas essas respostas passam a ser problemáticas, quanto se manifestam em situações em
que a ameaça é apenas imaginária, quando os sintomas são em excesso ou sem mantêm
por longos períodos.

Exemplo do medo, que é uma das emoções que gera ansiedade, quando provoca
preocupações com um perigo que muitas vezes não tem motivo real.

Quais são os principais sintomas da ansiedade?

Descrito por algumas pessoas como uma inundação intensa de pensamentos, gerando
preocupação excessiva ou expectativa apreensiva.

Imagem: Reprodução

Esse estado também pode gerar compulsão por comer, beber, usar o celular, dentre outros
comportamentos, além da preocupação irreal com o futuro, medo de morrer, irritação,
nervosismo, dificuldade de concentração, procrastinação, vontade de fugir, desistir ou
abandonar tudo.

O que fazer?

Aumentar a nossa percepção e consciência sobre nós mesmos é um importante passo para
mudança, o autoconhecimento.

Será que a forma como estou lidando com as situações internas e externas estão adequadas aos resultados que espero obter?

O autocuidado é fundamental para lidar bem com qualquer mudança, cuida bem de você,
do corpo, da sua mente.

Pratique a respiração consciente, a respiração profunda. Faça relaxamento e meditação,
viva com mais leveza.

Pratique exercícios físicos, crie novos hábitos se colocando em contato com a natureza,
vivendo a sua liberdade.

Reduza o ritmo da sua vida, diminua a autocobrança, solta essa necessidade de estar
sempre no controle da situação ou de achar que tem que ter controle.

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Imagem: Reprodução

Reduza a quantidade de informações que você consome diariamente, pratique a reflexão
e assimile somente o que for útil à sua jornada de vida, o que for coerente com seus
princípios e valores.

Monitore os seus pensamentos ficando de prontidão à porta de saída da sua mente
inconsciente. Quando os pensamentos, definidos por você como negativos, aparecerem,
não ofereça resistência, simplesmente observe.

O simples fato de você se dar conta deles quando surgirem, já será suficiente para enfraquecê-los e aquietar a sua mente.

Continua na próxima matéria…

Por: José Eduardo Tófoli

Autor do livro “O que te impede de Viver Feliz?” e “Farol da Sabedoria.”
Youtube: JOSÉ EDUARDO TÓFOLI
Instagram: @joseeduardotofoli

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