Suspeito começou a desviar o dinheiro de 17 vítimas que, segundo o delegado, chega a cerca de R$ 20 mil. — Foto: Patrick Marques/G1 AM
Suspeito começou a desviar o dinheiro de 17 vítimas que, segundo o delegado, chega a cerca de R$ 20 mil. — Foto: Patrick Marques/G1 AM

Um homem de 23 anos foi preso suspeito de se passar por um advogado e desviar cerca de R$ 20 mil relativos aos valores recebidos de um escritório de advocacia, na Zona Leste de Manaus.

Ele trabalhava no local como auxiliar administrativo, quando começou a cometer o crime.

De acordo com o delegado do 18° Distrito Integrado de Polícia (DIP), Ivo Martins, Mayck Rubens de Lima Palheta, trabalhava no local desde agosto de 2018 até abril deste ano.

A polícia recebeu a denúncia da dona do escritório de advocacia que suspeitou que o homem cometia o crime.

“Ele era auxiliar administrativo. Ele era o primeiro contato das pessoas, antes da própria advogada, dona do estabelecimento. Ele se aproveitava dessa situação, para ludibriar as vítimas que acabava caindo na conversa ardilosa dele e conseguia promover a lesão ao patrimônio das vítimas”, disse Martins.

Ainda conforme Martins, quando Palheta viu a facilidade, começou a desviar o dinheiro de 17 vítimas que, segundo o delegado, chega a cerca de R$ 20 mil.

Um mandado de prisão foi expedido em nome dele e foi preso na terça-feira (11), enquanto trabalhava em uma cooperativa de recicláveis, no bairro Compensa, Zona Oeste de Manaus.

“Foram abertos 17 inquéritos policiais para cada vítima que ele lesou, inclusive, o próprio escritório de advocacia. Diante da contundência das provas levantadas, não teve como ele negar. Está tendo uma participação colaborativa para elucidarmos todos os desvios feitos por ele”, explicou o delegado.

Apresentado em uma coletiva de imprensa, Palheta preferiu não comentar sobre o crime cometido. Martins comentou ainda que o suspeito disse ter gasto o dinheiro para pagar dívidas e em festas.

O delegado informou ainda que, ao desviar os valores, Palheta as encaminhava para conta de outras duas pessoas que, depois, transferiam para ele.

A dupla já foi identificada e já teve mandados de prisão em nomes delas expedidos, segundo Martins.

Palheta deve responder pelo crime de estelionato e associação criminosa. Após os procedimentos cabíveis na delegacia, ele deve ser encaminhado para o Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM).

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Fonte: G1 Amazonas

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