Diego Lima de Araújo já havia sido preso em 2016 (Foto: Erlon Rodrigues/Divulgação)
Diego Lima de Araújo já havia sido preso em 2016 (Foto: Erlon Rodrigues/Divulgação)

Manaus – O professor Diego Lima de Araújo, 32, morto com pelo menos quatro tiros, na manhã desta quarta-feira (16), no Beco Santa Maria, Rua União, bairro Compensa, zona oeste da capital, já havia sido preso, no dia 21 de julho de 2016, suspeito de participar de um roubo a prédio de grupo de comunicação, na Avenida André Araújo, bairro Aleixo, zona centro-sul. No dia do crime, Diego ficou aguardando do lado de fora, em um carro.

À época, além dele, foram presos, também, Pedro Antônio Nascimento, 23; Sérgio do Nascimento Batista, 21; Leandro da Silva Barbosa, 20 e Gabriel de Souza Moreira, 19. O crime teria acontecido no dia 2 de junho de 2016, por volta das 22h, após Gabriel, que era funcionário terceirizado da empresa, informar que haveria o pagamento dos funcionários terceirizados naquele dia.

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No dia da ação criminosa, 40 pessoas estavam na empresa e o bando levou sete aparelhos celulares e mais R$ 1,7 mil. Segundo a Polícia Civil, o carro utilizado durante o crime, modelo Fiesta, de cor vermelha e placa OAD-4916, pertencia à tia de Diego. Na época do crime, o grupo foi indiciado por roubo majorado e associação criminosa.

Fonte: D24AM

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