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Zona Azul continua sem cobrança em Manaus até fim de setembro

Medida vale tanto no Centro da capital quanto no bairro Vieiralves. Objetivo é diminuir impactos da pandemia de Covid-19.

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A cobrança no sistema de estacionamento rotativo Zona Azul segue suspensa em Manaus até o dia 30 de setembro.

A medida vale tanto no Centro da capital quanto no bairro Vieiralves, onde o sistema já estava em funcionamento desde o começo do ano.

De acordo com a Prefeitura de Manaus, a cobrança no sistema foi decretada no mês de março, por conta da pandemia de Covid-19. A doença já infectou mais de 120 mil pessoas no Estado, até domingo (30).

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A suspensão da cobrança no serviço vem sido prorrogada desde março. A Prefeitura cita que a medida se deu pela necessidade do emprego urgente de ações de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da Covid-19.

Atualmente, o serviço oferta 3.323 vagas, sendo 2.694 vagas na área central de Manaus e outras 629 no conjunto Vieiralves, zona Centro-Sul da capital.

O serviço é realizado pela empresa Consórcio Amazônia, Tecnologia de Trânsito da Amazônia SPE – Ltda., detentora da outorga do serviço, conforme contrato nº 014/2015 – celebrado com o município de Manaus.

Decretos vencidos

Decretada desde o início da pandemia, a proibição do corte de abastecimento de água ganhou vigência até esta terça-feira (31). O decreto que instituiu o regime de teletrabalho, desde o mês de março, aos servidores municipais também encerrou no final deste mês de agosto.

Até o dia 30 de agosto, estavam suspensos a emissão de qualquer tipo de licença, autorização ou concessão para a realização de eventos de qualquer natureza no âmbito do município de Manaus.

O decreto também revogou qualquer liberação de evento que tenha acontecido antes do período de pandemia e ainda deixa claro que estes prazos podem sofrer novas prorrogações de acordo com o critério do prefeito.

Com o encerramento do prazo desses decretos, tais atividades devem voltar a ter autorização legal.

O G1 questionou a Prefeitura de Manaus sobre a vigência dos mesmos, se seriam prorrogados novamente ou não, mas ainda não obteve resposta.

Fonte: G1 Amazonas

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