A mina do Feijão na região de Córrego do Feijão, em Brumadinho, dois dias depois do rompimento da barragem da Vale. (Foto: Reprodução)
A mina do Feijão na região de Córrego do Feijão, em Brumadinho, dois dias depois do rompimento da barragem da Vale. (Foto: Reprodução)

As cidades de Mariana, na região Central de Minas, e Brumadinho, na Grande BH, vão receber, a partir desta quinta-feira (16), de forma antecipada, as parcelas da dívida do Governo de Minas.

Os dois municípios foram atingidos pelos rompimentos das barragens do Fundão, em novembro de 2015, e Córrego do Feijão, em janeiro de 2019, respectivamente.

O primeiro depósito será feito nesta quinta-feira (16). As demais, serão depositadas no final de cada mês, até janeiro de 2022.

Ao todo, o Governo de Minas Gerais deve R$ 14,3 milhões a Mariana – dos quais R$ 5 milhões são fruto de não pagamento de repasse pela gestão de Romeu Zema (Novo) e R$ 9,3 milhões da administração de Fernando Pimentel (PT) – e R$ 8,4 milhões a Brumadinho – dos quais R$ 3,2 milhões são dívidas da gestão atual e o restante, da anterior.

O acordo

Zema assinou, em 4 de abril deste ano, um acordo com a AMM (Associação Mineira de Municípios), após três meses de negociação.

Conforme os termos do acerto, o Governo do Estado pagaria R$ 7 bilhões aos municípios mineiros em repasses que não foram realizados desde 2017.

As dívidas oriundas da gestão atual, de Romeu Zema, será paga em três parcelas a partir de janeiro de 2020.

Já o que ficou para ser pago da gestão de Pimentel será depositado em 30 parcelas a partir de abril do ano que vem.

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Fonte: R7

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