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Lei que institui Programa de combate ao desperdício de alimentos é assinada no AM

Anúncio foi durante assinatura da lei que instituiu o Programa Estadual de Combate e Prevenção ao Desperdício e à Perda de Alimentos.

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O Governo do Amazonas assinou nesta terça-feira (3) a lei que instituiu o Programa Estadual de Combate e Prevenção ao Desperdício e à Perda de Alimentos.

Também foi anunciada a criação de uma central de distribuição de alimentos para apoiar o trabalho junto às famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.

Conforme anunciado, o repasse para a crianção será destinado pelo Governo do Federal e um processo licitatório deve ser lançado nos próximos meses.

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O Programa Estadual de Combate e Prevenção ao Desperdício e à Perda de Alimentos, que na prática existe desde março de 2019, já arrecadou aproximadamente 100 toneladas de alimentos em quatro feiras da capital, beneficiando 70 mil famílias.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), 54% do desperdício de alimentos no mundo ocorre na fase inicial da produção, enquanto os outros 46% ocorrem nas etapas de processamento, distribuição e consumo.

De acordo com dados da Sepror, cerca de 90 toneladas de frutas e verduras são desperdiçadas mensalmente nas feiras de Manaus.

Somente no pico da pandemia, entre os meses de abril, maio e junho deste ano, o Programa Estadual de Combate e Prevenção ao Desperdício e à Perda de Alimentos coletou 16 toneladas de produtos em feiras da capital.

Os alimentos arrecadados são armazenados nos caminhões da Sepror e encaminhados para o Sesc Balneário, no bairro Alvorada, onde funciona o projeto Mesa Brasil.

Lá é feita a triagem e a distribuição para as instituições filantrópicas cadastradas no banco de dados do programa.

Fome

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 2,7 milhões de pessoas que moram no Amazonas vivem em situação de insegurança alimentar moderada ou grave, o que indica que em algum momento a fome passou a ser uma realidade no domicílio.

O resultado coloca o Amazonas na segunda pior posição do país, atrás apenas do Amapá.

O levantamento classifica o grau de segurança alimentar da população em quatro níveis: segurança alimentar (SA), insegurança alimentar leve (IA leve), insegurança alimentar moderada (IA moderada) e insegurança alimentar grave (IA grave), sendo os dois últimos níveis, mais relacionados à fome.

Fonte: G1 Amazonas

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