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Incêndios aumentam 8% no Amazonas ante a 2019

O Amazonas é o terceiro Estado com maior número de queimadas (8.014). Somente no Sul do Estado, de janeiro a agosto, já foram identificados 5.536 focos de incêndio, segundo dados do Inpe

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Neste período mais quente do ano, aumentam os registros de queimadas na Região Amazônica.

O Amazonas é o terceiro Estado com maior número de queimadas (8.014). Somente no Sul do Estado, de janeiro a agosto, já foram identificados 5.536 focos de incêndio, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Para se ter uma ideia, dados compilados pelo Inpe revelaram na última semana que o número de focos de queimadas e incêndio registrados no Amazonas era 8% superior ao total verificado no mesmo período de 2019.

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Já no Estado que lidera esse ranking, o Mato Grosso, o número de ocorrências se mantém praticamente estável em comparação ao ano passado.

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Imagens de satélite registradas entre 1º de janeiro o último dia 16, apontavam a existência de um total de 13.238 focos de incêndios e queimadas.

No mesmo período de 2019 foram registrados 13.225 ocorrências. O resultado anterior, no entanto, representou um acréscimo de 85% sobre os 7.149 focos identificados do começo de 2018 a meados de agosto, sendo o pior resultado do Estado nos últimos cinco anos, tendo interrompido dois períodos sucessivos de queda dos números.

Por sua vez, o que mais teve aumento no período foi o Mato Grosso do Sul. O número de focos de queimadas e incêndio registrados no Estado já é 74% superior ao total verificado no mesmo período de 2019, o que obrigou o governo estadual a decretar situação de emergência ambiental no Pantanal.

No ano passado, considerados os mesmos sete meses e meio, o Estado já tinha registrado o resultado mais preocupante desde 2016: uma variação da ordem de 239% se comparados aos 1.006 focos de incêndios e queimadas identificados entre 1º janeiro e 16 de agosto de 2018.

Preocupante, a situação dos dois Estados da região Centro-Oeste chamam a atenção principalmente pelas chamas que consomem a vegetação do Pantanal, colocando em risco a vida de animais, inclusive de espécies em extinção, e de moradores da região.

Apesar disso, o maior aumento do número de registros de focos de incêndio e queimadas ocorreu em Santa Catarina, na região Sul.

Enquanto de janeiro a meados de agosto de 2019 o satélite Aqua_M-T acumulou 889 ocorrências, no mesmo período deste ano foram 1.615, ou 82% a mais.

Fonte: D24AM

 

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