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Decisão sobre comissões da Câmara fica para 3ª feira

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Ficou para 3ª feira (9.mar.2021) a decisão sobre quais partidos ficarão com as presidências de quais comissões na Câmara. Havia a expectativa de que os colegiados pudessem ter presidentes eleitos já nesta 5ª (4.mar).

As comissões são os colegiados temáticos onde os projetos são discutidos antes de irem ao plenário. Suas presidências são divididas entre os blocos e partidos de acordo com os tamanhos de suas bancadas. Ainda assim, é necessária eleição: mais de um deputado da mesma sigla pode disputar.

O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), confirmou que a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) ficará com o PSL. O partido deve indica Bia Kicis (DF).

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Havia resistência ao seu nome por seu perfil tido como extremista, mas ela conseguiu contornar essas dificuldades nas últimas semanas. Bia Kicis é próxima de Jair Bolsonaro.

A principal disputa é pela Comissão de Relações Exteriores. O atual presidente é Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Disputam o colegiado PSL, PSDB e PT. Os petistas são os que têm menos chances, de acordo com deputados ouvidos pelo Poder360.

“Imbróglio nenhum. Só não houve acordo nas pedidas. Demos um tempo a mais para que os líderes se entendam. Se não se entenderem será feito na ordem de prioridade de proporcionalidade, sem nenhum estresse”, disse Arthur Lira depois da reunião dos líderes partidários nesta 5ª feira (4.mar.2021).

Segundo ele, é possível que as eleições dos colegiados sejam realizadas também na 3ª feira.

As comissões da Câmara ficaram fechadas em 2020 por causa do esquema de trabalho adotado pela Casa. O plenário funciona remotamente e as comissões ficaram fechadas para evitar aglomerações, que facilitariam a disseminação do coronavírus.

Também ficou acertado que na 2ª feira (8.mar) será votada a MP (medida provisória) 1.006 de 2020, que aumenta o percentual de renda que pode ser comprometido em operações de crédito consignado.

A escolha das comissões pelos partidos deve ser na 3ª de manhã. À tarde, deve ser discutida a PEC emergencial. Poderá ser votada a admissibilidade da proposta. O mérito deverá ser votado em 2 turnos na 4ª, de acordo com o plano acertado na reunião de líderes.

Na 5ª feira poderá ser votada a lei do gás. A Câmara precisa analisar as alterações feitas no texto pelo Senado.

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