Os representantes das categorias decidiram sobre os atos durante uma reunião realizada nesta segunda-feira (12) (Foto: Yago Frota)
Os representantes das categorias decidiram sobre os atos durante uma reunião realizada nesta segunda-feira (12) (Foto: Yago Frota)

O Movimento Unificado dos Servidores Públicos (Musp) realizará um ato público, nesta quinta-feira (15), na sede da Secretaria de Saúde do Amazonas (Susam), no bairro Aleixo, zona centro-sul, onde será protocolado um documento com o relatório geral do quadro da saúde do Estado.

Posteriormente, as categorias seguirão para o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), onde irão protocolar uma Ação Civil Pública contra o Estado, pedindo a determinação do pagamento de benefícios ligados ao serviço básico.

O presidente da Associação dos Praças do Amazonas (Apeam), Gerson Feitosa, afirmou que, na Ação Civil Pública, o movimento pede que o TJAM determine de imediato o pagamento de benefícios que estão ligados ao serviço básico, como saúde e segurança pública.

“São acordos que foram firmados nos governos anteriores e, como o atual governo tem se negado a dialogar, a dar uma solução pacífica, nós vamos buscar o meio judicial para tentar uma solução”, explicou.

Os representantes das categorias decidiram sobre os atos durante uma reunião realizada nesta segunda-feira (12), no Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Amazonas (Sinpol-AM). Uma nova assembleia geral deve ser realizada entre os dias 22 e 25 de agosto, para decidir uma possível paralisação.

Segundo Feitosa, neste período, há diversos compromissos que precisam ser cumpridos pelo Governo, como o pagamento da data-base da Polícia Militar de 4,85% e o auxílio fardamento, além das parcelas da data-base dos servidores da saúde, em torno de 4,94%, e a reposição do pagamento das cooperativas que, conforme Feitosa, o governador Wilson Lima se comprometeu a pagar até o dia 22 deste mês.

“Nós estamos aguardando que esses compromissos, que nada tem a ver com o projeto de congelamento, sejam cumpridos até o dia 25 de agosto, no máximo. Conforme os informes internos que nós recebemos, estes compromissos não serão cumpridos. Com isso, nós marcaremos uma assembleia para tomar as medidas após a data”, afirmou.

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Fonte: D24AM

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