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O Homem Bicentenário – Curiosidades sobre o filme

Apesar de hoje em dia o filme ser considerado um ícone do cinema, na época de sua estreia ele acabou ficando no prejuízo, gastando 100 milhões de dólares para ser produzido e arrecadando apenas 87 milhões de dólares.

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O Homem Bicentenário foi baseados nos livros “O Homem Positrônico” e “O Homem Bicentenário” de Isaac Asimov e Robert Silverberg. O filme conta a história de uma família americana que compra um novo utensílio doméstico: um robô chamado Andrew.

Andrew fica responsável pelos afazeres domésticos simples, porém, aos poucos, o robô vai apresentando traços parecidos com humanidade. Ele se mostra curioso, com personalidade própria e passa a ter uma vasta inteligência, começando assim sua saga em busca de se tornar um humano.

Evidente que para se tornar mais humano, O Homem Bicentenário precisaria de uma parceira e pensando nisso os roteiristas inseriram Galatea, em referência a mitologia grega que significa “donzela branca.”

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O filme é de 2005, mas os produtores já conseguiram prever algumas coisas para o futuro. Em um trecho que se passa em 2067, Andrew diz que baixou todos os livros de medicina conhecidos.

O Homem Bicentenário - Curiosidades sobre o filme
Foto: Reprodução

Para melhor adaptar o roteiro, foram extraídas as três regras que regem o comportamento de um robô e são elas: 1 – um robô não pode ferir um humano ou permitir que um humano sofra algum mal, 2 – os robôs devem obedecer às ordens dos humanos, exceto quando tais ordens entrem em conflito com a primeira lei, 3 – um robô deve proteger sua própria existência, desde que não entre em conflito com as leis anteriores.

Robin Williams deu vida à Andrew e, em sua carreira, esse foi o segundo personagem que pede sua liberdade ao seu mestre, o primeiro foi o gênio de Aladdin.

Apesar de hoje em dia o filme ser considerado um ícone do cinema, na época de sua estreia ele acabou ficando no prejuízo, gastando 100 milhões de dólares para ser produzido e arrecadando apenas 87 milhões de dólares.

Leia mais: Sociedade dos Poetas Mortos – Lições do filme

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