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terça-feira, 26 março, 2019

Hoje a dica é de um filme nacional “O filho eterno”

Olá! Hoje a dica é nacional, uma adaptação do livro de Cristovão Tezza,de 2007.

O Filho Eterno começa fazendo analogia a um marco da desilusão nacional, o dia 05 de julho de 1982 e o nascimento do primeiro filho de Cláudia (Debora Falabella) e Roberto (Marcos Veras) que viviam a expectativa da chegada do primeiro filho.

Algumas horas se passaram naquele 05 de julho e Roberto viveu o ápice da desilusão. No hospital nascia Fabrício (Pedro Vinicius), um menino com síndrome de Down, que na época era chamado de  ‘mongolismo’ e em campo viu o Brasil de Zico ser eliminado pela Itália de Rossi.

O diretor Paulo Machline conduz a trama, que mostra 12 anos da vida da família enfocando sempre perto dos jogos da Copa do Mundo, O Filho Eterno não oferece respostas, ou métodos de como cuidar de uma criança com Down.

O Filho Eterno é um filme que mostra que como todo ser humano tem falhas, medos, inseguranças em relação a essa questão e como as deficiências precisam ser encaradas com paciência, amor, carinho, aceitação e principalmente respeito.

O Filho Eterno tem um envolvimento emocional, mas sem chantagens emocionais, ao contrário disso, a trama gira em torno do pai e seus sentimentos em relação ao filho com Down, que na década de 80 era visto de forma preconceituosa, sua relação com a esposa, e suas próprias dúvidas, angústias e pensamentos que torna Roberto grosseiro, egoísta, mal humorado, vaidoso, além de por vezes cruel.

Enfim, O Filho Eterno é um longa que vai da desilusão à superação e da superação a reconquista do amor.

Eu super recomendo!

Por: Cláudia Marcião

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