Foto: Natalino Werneck

Abu Dhabi se tornou ao longo dos anos referência no jiu-jítsu pelo tratamento dado ao esporte, obrigatório nas escolas, na polícia e nas forças armadas. E Bruno Malfacine, dez vezes campeão mundial, pisará na capital dos Emirados Árabes Unidos para enfrentar Cristian Rodriguez, no Brave 16, no próximo dia 21, na expectativa de retribuir no cage o que o país ofereceu aos praticantes da arte suave.

– Lutei em 2011 (no Mundial Pro), mas nunca mais voltei a Abu Dhabi, que tem feito coisas incríveis para o jiu-jítsu. Voltar lá depois de tantos anos será muito bom. Minha ideia é proporcionar um bom show de presente para o país – declarou o faixa-preta ao Combate.com.

Recordista de títulos mundiais em uma mesma categoria, Bruno Malfacine encerrou a carreira no tatame este ano para focar somente no MMA. Ele comemorou o fato de, pela primeira vez em suas três lutas nas artes marciais mistas, ter um único objetivo.

– O camp foi produtivo. Eu pude, finalmente, botar o quimono de lado e me dedicar ao MMA. Nos últimos dois anos tive esse conflito de treinar para o jiu-jítsu e para o MMA. Com a minha aposentadoria, foquei apenas no MMA, integralmente. Isso me ajudou porque foquei na parte em pé, estou melhorando, feliz com o resultado. Treinei muita trocação com o Sérgio Cunha, e o (Ricardo) Libório liderou o treino de MMA, focando em situações reais de luta. Estou confortável e confiante em pé. Quero que minha trocação fique no mesmo nível do meu jogo de chão. Vai levar tempo, mas estou no caminho certo.

Recordista de títulos mundiais em uma mesma categoria, Bruno Malfacine encerrou a carreira no tatame este ano para focar somente no MMA. Ele comemorou o fato de, pela primeira vez em suas três lutas nas artes marciais mistas, ter um único objetivo.

– O camp foi produtivo. Eu pude, finalmente, botar o quimono de lado e me dedicar ao MMA. Nos últimos dois anos tive esse conflito de treinar para o jiu-jítsu e para o MMA. Com a minha aposentadoria, foquei apenas no MMA, integralmente. Isso me ajudou porque foquei na parte em pé, estou melhorando, feliz com o resultado. Treinei muita trocação com o Sérgio Cunha, e o (Ricardo) Libório liderou o treino de MMA, focando em situações reais de luta. Estou confortável e confiante em pé. Quero que minha trocação fique no mesmo nível do meu jogo de chão. Vai levar tempo, mas estou no caminho certo.

Malfacine enfrentará um adversário cujas duas vitórias foram por finalização. Ele, no entanto, aposta que a inatividade do oponente será um ponto a seu favor.

– É um cara do chão. Não encontramos muito material dele. É alto, tem um alcance maior do que o meu, então traçamos estratégias para desenvolver a luta. Ele não luta desde 2015, ficou fora por algum motivo que não sei. Ele está parado, então entro com a vantagem. Estou em atividade, são 20 anos competindo no jiu-jítsu e pouco mais de um ano no MMA. O jiu-jítsu me ajudou a lidar com a ansiedade, com o nervosismo e a adrenalina.

Integrante do peso-mosca, Malfacine acredita que seu ingresso no UFC será questão de tempo. Entretanto, garante não ter pressa, pois quando entrar, não pretende sair mais.

– Minha pressa é para evoluir. Não quero chegar no UFC e sair em um ano. Quero fazer história, assim como fiz no jiu-jítsu. Demorei para migrar, porque fiquei estudando se de fato poderia ser o melhor da categoria. Sei que vou ser o melhor no outro esporte. É treinar, evoluir e chegar em um nível que, quando estiver lá, consiga permanecer. Não quero ser o cara do jiu-jítsu, mesmo que eu não perca a essência. Quero ser agressivo, versátil. Espero fazer bons shows para não deixar nas mãos dos jurados.

Fonte:GE

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