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Coronavírus: Produção da indústria do AM cai quase 50% em maio

Na comparação com maio do ano passado, a indústria do Amazonas teve um tombo de 47,3%. A boa notícia foi a recuperação em relação a abril de 17,3%, a terceira maior alta entre os Estado

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Dados do Instituto Brasileiro de geografia e Estatística divulgados, ontem, revelam o tamanho do estrago da pandemia do coronavírus na Indústria do Amazonas que registrou queda na produção de 47,3%, em maio, em relação ao igual mês do ano passado.

A boa notícia foi a recuperação em relação a abril de 2020, de 17,3%, a terceira maior alta entre os Estados.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional do IBGE que aponta a a reação da indústria, com 12 dos 15 locais pesquisados confirmando crescimento da produção entre abril e maio de 2020.

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Os percentuais mais elevados foram no Paraná (24,1%), em Pernambuco (20,5%) e no Amazonas (17,3%). A alta foi registrada também na região Nordeste (12,7%) e nos Estados do Rio Grande do Sul (13,3%), São Paulo (10,6%) e Bahia (7,6%), todos com elevação acima da média nacional (7,0%).

Embora tenham conseguido taxas positivas Minas Gerais (6,3%), Santa Catarina (5,4%), Rio de Janeiro (5,2%), Mato Grosso (4,4%) e Goiás (3,0%), ficaram abaixo da média nacional.

Já o Espírito Santo teve a maior queda (-7,8%) em maio de 2020, terceiro mês seguido de recuo na produção, com perda de 30,9% nesse período. Os outros locais que tiveram taxa negativa foram o Ceará (-0,8%) e o Pará (-0,8%).

Para o IBGE, as taxas positivas em 12 dos 15 locais pesquisados dentro do crescimento de 7,0% da atividade industrial nacional, na série livre de influências sazonais, verificado na passagem de abril para maio de 2020, refletem, principalmente, o retorno à produção, mesmo que parcialmente, de unidades produtivas, após as interrupções geradas por efeito da pandemia de Covid-19.

O crescimento mais acentuado no Paraná e em Pernambuco ocorreu após os recuos acumulados de 31,8% e 25,4%, respectivamente, nos meses de março e abril, resultados seguidos pelo Amazonas, que interrompeu três meses de taxas negativas consecutivas, quando acumulou queda de 53,4%.

A pesquisa indicou ainda que o índice de média móvel trimestral apresentou queda de 8,0% no trimestre encerrado em maio de 2020, na relação com o nível do mês anterior, quando caiu 8,8%, na média móvel trimestral, 14 dos 15 locais pesquisados tiveram taxas negativas em maio.

Os destaques foram o Ceará (-21,0%), o Amazonas (-18,5%), o Rio Grande do Sul (-11,6%), o Espírito Santo (-11,5%), a Região Nordeste (-10,6%), Santa Catarina (-10,2%), a Bahia (-8,6%) e São Paulo (-7,3%).

Fonte: D24AM

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