A realidade dos cursos tecnológicos em Manaus.

Com o crescimento constante da oferta de cursos tecnológicos, estes, direcionados para a captação imediata, o processo educacional teve um tremendo salto nos últimos anos. De um lado, as organizações, com a percepção de que conhecimento técnico é fundamental para o crescimento laboral, – é, ora, para o aumento da produtividade, –  e  na outra ponta, os acadêmicos com a facilidade e encurtamento destes cursos, encontrando neste modelo, a solução para o dilema da “ociosidade”.

“A educação profissional tem sua origem dentro de uma perspectiva assistencialista, que de certa forma ampara os órfãos e os demais desvalidos” é que pactua a relação constitucional de “educação” para todos, subjetivado pelas enormes resultados em tais esferas: transformações sociais, econômicos e educacionais. Através dela, mensuramos o desenvolvimento do capital intelectual o que refletirá no mecanismo do crescimento produtivo da sociedade, mas acima de tudo no desenvolver deste individuo.

O cenário é dramático, estima-se 12 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho. Essa preocupação, aliada aos que querem uma vaga de emprego e as Instituições educacionais que ganham rios de dinheiro, ganha um novo capitulo, minimizando o dilema do “apagão laboral”.

No ensino superior, os cursos tecnológicos contribuem de maneira rápida (2 anos a 2 anos e 6 meses ), em sua matriz curricular, temas transversais, técnicos e estudo do comportamento humano, práticas, estágios, seminários, e metodologias primordiais e indispensáveis para o sucesso de ambos.

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