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domingo, fevereiro 17, 2019

Veja a crítica do filme em destaque

Que tal reunir a família para assistir uma comédia romântica sobre um decadente astro da música pop – Alex Fletcher, que fez muito sucesso na década de 80, mas que agora apenas se apresenta no circuito nostálgico de feiras e parques de diversão.

A chance de mais uma vez fazer sucesso bate à sua porta quando a atual diva do pop, Cora Corman, o convida para compor uma canção e gravá-la com ela, em dueto.

O problema é que Alex há anos não compõe nada, além de jamais ter escrito uma letra de música. Entra Sophie, sua salvação,uma substituta hipocondríaca e dispersa, “garota da planta”, que exibe um talento incomum. 

Ele implora por ajuda, mas a traição de um ex-amante e professor de escrita deixou-a sem vontade de escrever qualquer coisa.

Como uma paródia das performances ao estilo de Britney Spears do início dos anos 2000, o filme ironiza muitas danças sensuais que carecem de letra ou melodia, através da cantora pop, Cora Corman.

Apesar de Cora ter uma pegada sexual, cantando as vezes com gemidos orgástico, com momentos de sexo implícito, nada vulgar é mostrado tornando o filme leve e gostoso de assistir.

Girando em torno da questão de saber se é melhor fazer o que os outros querem ou defender o que você acredita, o que é bom para pensar.

Um ponto negativo foi a forma de como a espiritualidade zen-budista e a música indiana são colocadas, ficou uma brincadeira um tanto ofensiva a essas culturas.

No mais é o  tipo de filme para se assisti só para curtir as músicas, rir um pouco, e não ver o tempo passar.Eu gostei, assisti lá depois conta pra gente!

Curiosidade

Dizem por aí  que o fictício grupo PoP!, do qual Alex Fletcher era membro, foi inspirado nas bandas dos anos 80 Wham! e Duran Duran. Será?
 
Por Claudia Regina

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