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Prefeitura monitora bairros com riscos de ser atingidos pela cheia em Manaus

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Após o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) fazer o primeiro alerta de como poderá se comportar a cheia para o ano de 2021, juntamente com a Agência Nacional das Águas, nesta quarta-feira, 31/3, anunciando uma previsão de 90% que o fenômeno natural ultrapasse o nível de 29 metros do rio, que é classificada como cheia extrema, a Prefeitura de Manaus está monitorando 15 bairros da área urbana e 17 da zona rural ribeirinha.

O comitê de pronta-resposta criado pelo prefeito David Almeida, já está trabalhando no plano de ações emergenciais para minimizar os impactos desses moradores de áreas afetadas pelo rio Negro.

“Diante dos estudos que apresentam uma das cinco maiores cheias para este ano, o comitê tem trabalhado em conjunto, para realizar as ações emergenciais e minimizar os impactos aos moradores das áreas que podem ser afetadas, como nos determinou o prefeito David Almeida. E como há uma previsão de alto índice de chuva para os próximos dias, também estamos trabalhando para que o comitê atue em regime de plantão, para atender as ocorrências neste período chuvoso”, enfatizou o secretário municipal chefe da Casa Militar, tenente William Dias.

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A conferência que deu o alerta foi realizada de forma on-line e mostrou um prognóstico do nível máximo e mínimo de como será a cheia, para que a Defesa Civil do Estado e município façam um planejamento das ações de prevenção, preparação, resposta e recuperação dos locais que podem ser atingidos.

“Neste primeiro momento, foram passados os dados com base no comportamento dos rios nos últimos meses e a quantidade de chuva esperada para os próximos três meses. Com isso, há um planejamento para trabalharmos com a cota acima de 29 metros, que classifica uma cheia extrema na cidade, com vários pontos de alagamento. Mas, que comparada à cheia histórica de 2012, ainda há uma probabilidade pequena de atingirmos a cota máxima registrada na capital”, ressaltou o assessor técnico da Defesa Civil, coronel Fernando Júnior.

Segundo o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), os meses de fevereiro, março, abril e maio apresentam um nível de chuva acima do esperado para a região, o que coloca os gráficos da cota do rio Negro acima de 29 metros.

Entre as ações definidas pelo comitê estão a realização do levantamento e monitoramento das áreas já afetadas; construção de meios de acesso (passarelas); entrega de donativos; limpeza dos ambientes poluídos, incluindo a coleta e destinação dos resíduos sólidos; descontaminação de vias públicas no centro comercial de Manaus; e a desratização e desinsetização dos bairros atingidos.

Bairros

De acordo com o estudo realizado pela Prefeitura de Manaus, na região urbana os bairros atingidos devem ser o Tarumã, Mauazinho, São Jorge, Educandos, Raiz, Betânia, Presidente Vargas, Colônia Antônio Aleixo, Aparecida, Centro, Santo Antônio, Cachoeirinha, Glória, Compensa e Puraquequara.

Na região rural ribeirinha, a Defesa Civil vai monitorar as comunidades Nova Canaã do Aruau, São Francisco do Aruau, Lindo Amanhecer, São Sebastião do Cuieiras, São Francisco do Chita, Bela Vista do Jaraqui, Nova Jerusalém do Minpidiau, São Sebastião do Tarumã-Mirim, Agrovilla, Cueiras do Tarumã-Açu, Nova Esperança do Apuau, Santa Isabel do Apuau, Nova Aliança do Apuau, União e Progresso, São Francisco do Tabocal, São Raimundo e o assentamento Nazaré.

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